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sexta, 30 de julho de 2010
08/Mar/2010
João Paulo participa de dois atos em homenagem as mulheres Imprimir E-mail

 
Um ato no centro de Osasco promovido Coordenadoria da Mulher e Promoção da Igualdade Racial, da prefeitura, marcou o Dia Internacional da Mulher na cidade. Entre os participantes estava o deputado federal João Paulo Cunha (PT-SP), além de vereadores e outras autoridades locais. A coordenação do evento foi compartilhada pelo Sindicato dos Comerciários do município.
 
“Este é um dia para que possamos refletir ainda mais sobre o papel da mulher. Precisamos continuar lutando por uma sociedade cada vez mais justa, banindo para sempre qualquer forma de preconceito”, disse João Paulo.
 
Uma frase da poetisa Cora Coralina foi citada por João Paulo para homenagear as mulheres. “Eu sou aquela mulher que fez a escalada da montanha da vida, removendo pedras e plantando flores (Cora Coralina).” Segundo o deputado, o verso retrata bem a força e a delicadeza presentes no sexo feminino.
 
No domingo, 07 de março, João Paulo esteve em outro ato em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Organizado pelo Moto Clube Abutre´s Brasil e Pró-Terra, o “Encontro das Mulheres Motociclistas e Motogirls de Osasco e região” reuniu cerca de 2.500 pessoas. “A presença do deputado em nosso ato foi uma grata surpresa. Ele fez um ótimo discurso, mostrando que realmente se importa com as dificuldades enfrentadas pelas mulheres”, disse José Carlos Silva, o Índio, integrante do Abutre´s.
 
Mais do que homenagear a mulher, o encontro, segundo Índio, serviu para conscientizar a população sobre um problema que é cada vez mais grave. “A AIDS avança entre mulheres de 13 a 19 anos. Precisamos tomar providências e por isso escolhemos falar sobre este tema nessa data”, afirmou. Cerca de três mil camisinhas foram distribuídas durante o ato.
 
Para Mirtes Fontes, da Pró-Terra, a participação do deputado no ato foi importante. “O João Paulo tem muito a acrescentar ao nosso movimento. Aqui, ele é muito bem recebido e está em casa.”
 

História

O Dia Internacional da Mulher foi criado como protesto ao assassinato de aproximadamente 140 tecelãs, no dia 8 de março de 1857. Elas reivindicavam melhores condições de trabalho numa fábrica de tecidos em Nova Iorque (EUA). A jornada consistia em 16 horas de trabalho diário e as condições eram precárias. Elas não recebiam tratamento adequado e as trabalhadoras viviam num cenário de constante submissão, com salários inferiores a um terço do que era pago aos homens. Insatisfeitas com os termos, as tecelãs organizaram uma greve e, durante o manifesto, foram trancafiadas na fábrica em que trabalhavam, que foi incendiada por supostos policiais, ceifando a vida de todas as trabalhadoras que ali estavam.
 
Relembrando esse sacrifício em prol de um tratamento digno e igualitário, foi decidido em 1910, durante uma conferência em Copenhague, na Dinamarca, que 8 de março seria a data do "Dia Internacional da Mulher". A data, porém, só foi oficializada pela Organização das Nações Unidas em 1975.

 

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