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segunda, 15 de março de 2010
16/Dez/2009
Osasco teve o maior ganho de participação no PIB em 2007, segundo IBGE Imprimir E-mail

O município de Osasco, na Grande São Paulo, teve o maior ganho em termos de participação relativa do PIB (Produto Interno Bruto), entre 2006 e 2007. A cidade teve um avanço de 0,2% nesse período, à frente da própria cidade de São Paulo, que evoluiu 0,1% nesse espaço de tempo.

 

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o incremento nos serviços de intermediação financeira --basicamente bancos e seguros-- impulsionou o desempenho da economia de Osasco, que representa 0,9% do PIB nacional.

 

A alta no preço do refino do petróleo fez com que Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, avançasse 0,1%, o que fez com que a cidade tivesse, em 2007, 1,1% de participação relativa no PIB nacional.

 

Por outro lado, a queda no preço do barril do petróleo reduziu a participação de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, dentro do PIB nacional. A retração foi de 0,2% na passagem de 2006 para 2007, o que fez com que a cidade ficasse com uma representação de 0,8% na geração da economia brasileira.

 

Em termos de posição, o principal ganho foi observado na cidade de Alto Horizonte (GO), que tinha o 4.444º maior PIB do país em 2006, e fechou o ano seguinte na 823ª posição. O salto ocorreu graças ao início de produção e beneficiamento de sulfeto de cobre.

 

A cidade de Gavião Peixoto (SP) teve a maior perda de posição Em 2006, tinha o 512º maior PIB do país, mas os preços baixos do açúcar fizeram com que o município despencasse para a 2.444ª posição.

 

 
 
Cinco cidades concentram 25% do PIB do país, aponta IBGE
 

Cinco cidades do país --São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Curitiba-- continuaram concentrando, em 2007, cerca de 25% do PIB (Produto Interno Bruto) do país, segundo levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgado nesta quarta-feira. Em 2006, o cenário era semelhante, sem alteração na ordem das cidades com os maiores PIBs.

 

Os dados apontam que 34,4% da riqueza foi produzida nas capitais brasileiras. Desse total, 19,4% coube à região Sudeste; 5,1% foram relativos ao Centro-Oeste; 4,5% ao Nordeste; 2,9% ao Sul, e 2,5% à região Norte.

 

A concentração fica ainda mais evidente se for levado em consideração que metade do PIB foi gerado por 50 cidades. Ao mesmo tempo, 1.342 municípios com as menores economias do país responderam, juntos, por até 1% do PIB.

 

Se comparado ao verificado em 2003, constata-se que houve pouca alteração neste quadro. Naquele ano, cinco municípios agregavam 25% do PIB, e 54 cidades eram responsáveis por metade da renda gerada.

 
Participação

São Paulo continuou liderando a geração de riquezas no país, concentrando 12% do PIB, proporção praticamente semelhante aos 11,9% verificados em 2006. Rio de Janeiro vem em seguida, com 5,2% do total do PIB, ante 5,4% verificados no ano anterior. Brasília (3,8%), Belo Horizonte (1,4%) e Curitiba (1,4%) completam a lista dos municípios com maior participação no PIB nacional.

 

Na região Norte, os sete municípios de maior PIB agregavam, aproximadamente, 50% do total da região. No Nordeste, os 21 municípios no topo do ranking representavam metade do PIB. No Sudeste, 13 representavam condição semelhante, e no Sul, são 27 cidades que representam metade do PIB da região.

 

Brasília agregava 42,4% do PIB do Centro-Oeste e, se retirarmos esse município do cálculo, eram necessários 16 municípios para agregar aproximadamente 50% das riquezas da região.

 
Ranking

No ranking das dez cidades com maior PIB do país em 2006, sete são capitais. A lista é liderada por São Paulo, acompanhada do Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Manaus, Porto Alegre, Duque de Caxias (RJ), Guarulhos (SP) e Campinas (SP). Ainda de acordo com o IBGE, 10% das cidades com maior PIB geraram 24 vezes mais riqueza que os 50% dos municípios com menor PIB.

 

Entre as capitais, apenas Florianópolis não liderou a geração de riquezas em seu Estado. Em Santa Catarina, a liderança ficou com Joinville, que é a cidade mais populosa. Florianópolis representou apenas 6,8% do PIB do Estado.

 

Quadro bastante diferente do que é representado por Manaus, cujo PIB correspondeu a 81,9% do total do Amazonas. Em Roraima, Boa Vista representou 72,8% do PIB, patamar pouco acima do verificado no Amapá, onde 63,3% do PIB ficou concentrado no Macapá.

 

O IBGE revela que o Rio de Janeiro vem reduzindo a dependência da capital de forma significativa ao longo dos, embalado pelo desenvolvimento econômico do Norte Fluminense. Em 2007, o PIB gerado pela cidade do Rio de Janeiro representou 46,5% do total do Estado.

 

Em 2003, a capital fluminense era responsável pela geração de 50,9% do total de riquezas do Estado. Em 2006, no entanto, o PIB da capital significava 46,5% do total. O menor PIB do país foi constatado em Olho D'Água do Piauí (PI), antecedido por São Luis do Piauí (PI), Areia de Baraúnas (PB), São Miguel da Baixa Grande (PI) e Santo Antônio dos Milagres (PI).

Comentários
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Antonio Alves  - Cade as grandes obras como pontes? 02:55:16 10-03-2010
Muitos prefeitos q passaram pela cidade deixaram suas marcas..Com a construção de grandes viadutos..Hoje percebo q a cidade não tem uma grande obra nesse sentido..
O q esta acontecendo???
Só na area do RIO TIETÊ dava para construir mais duas grandes pontes..
Uma ligando o transito do PIRATININGA ao QUITAUNA..Q até hoje o prefeito prometeu a extensão da avenida nasções unidas do km 18 a CARAPICUIBA..Que iria ajudar e muito nós motoritas..
Além de uma outra grande ponte ligando a Vila dos Remedios
a Presidente Altino...

Outro detalhe é sobre o DESCADO q está a FITO "JPC"
Acho q PT tinha q levantar essa INSTITUIÇÃO novamente...

Lugar da UNIFESP tem q ser em QUITAUNA mesmo!

E outra coisa q vai detonar o PT nas eleições municipais são esses lixos nas calçadas, ontem mesmo vi um caminhão despejando entulho de madrugada no PIRATININGA..porque sabem q a GM não trabalhão 24 horas como nas demais cidades...

passeia até vergonha qnd liguei para a GM, para denunciar esses
marginais..Eles me disseram q não podiam fazer nada..e me disseram q eu tinha q ligar para policia militar?? como é q pode isso?? acho q eles deveriam ajudar mais na questões de segurança da cidade..

Outra coisa q iria ajudar bastante nessa questão da nossa segurança... é o sistema de video monitoramento... O prefeito instalou poucas na cidade...
Se o senhor passar no centro da cidade vai perceber q os PIXADORES estão denegrindo a imagem da cidade de OSASCO a cada dia.. Se o prefeito não
fizer nada no sentido de dar um fim nesses vândalos..
o PT vai passar cada vez mais uma imagem ruim da administração no município...

E olha JPC...
Não é só isso...
As nossas praças estão quase todos ABANDONADAS..

E o senhor q ser o PREFEITO da cidade...O senhor deveria fazer um passeio e ver realmente com seus proprios olhos, como estão as principais praças...

Como a duque de caxias no bela vista..
a praça padroeira do Jdm Agu centro de osasco...
a praça das bandeiras... q daqui a pouco vai
completar talvez já 6 meses sem BANDEIRA ALGUMA...Além de dizer q todos os chafarizes existentes no município nenhuma funciona mais...
Se PT continuar nesse rumo de dizer q a cidade está cada dia melhor e mais bonita... Acredito muito q a população deixara sim de acreditar no partido ..
principalmente no senhor!!

Abraços Antonio Alves
Milão  - PIB em 2009 ? 11:15:06 14-02-2010
Caro JPC, e os dados de 2009 ? voce já tem ? Ficará surpreso.

Quanto ao comentário do sr. Roberto, a solução, embora pareça complexo, mas é como "ovo de Colombo" Obvia, só precisa de um pouco de vontade política e algumas pessoas com visão de futuro. Alias contas na versão do Projeto Osasco 50 anos, lançado pelo prefeito Emídio de Souza neste dia 10.02.2010.
Roberto Pepino  - O Estrangulamento de Osasco  | 20:24:10 08-01-2010
Já há bons anos Osasco perdeu a única imagem que tinha como pecha, de cidade violenta e atrasada. Hoje, tem renda considerável, comércio e serviços, mas mantem problemas sociais graves e ganha cavalos de tróia sob o manto do desenvolvimento. A continuar o verdadeiro cerco dos condomínios verticais, a continuar a opção da cidade como ponto de fuga para a festa do pedágio na Castelo Branco, a continuar a falta de qualquer estudo de impacto ambiental a cada empreendimento proposto e aceito na
cidade, Osasco parecerá, muito em breve, apenas uma via congestionada, como uma marginal tietê em dia de chuva... O Jaguaré trava, com veículos que chegam do São Francisco e da autonomistas (que já traz o fluxo de várias cidades da região). O acesso às marginais é comandada pela ViaOeste, a ponto de esta semana obrigar TODO veículo que chega da Maria Campos a sair na pista local da Marginal Tietê. A pista expressa está vetada aos moradores de Osasco! Na Anhanguera, o trevo de Osasco é um caos,
sem que haja UM único fiscal a orientar ônibus que transportam trabalhadores! Noticia-se que a prefeeitura de Osasco cogita um rodízio de veículos, como faz São Paulo... Enquanto isso, mais e mais edifícios se constróem, colocando em pequenas áreas centenas e centenas e pessoas e veículos. O rodoanel, que não evita a chegada de caminhões na cidade, rasga Osasco sem que permita que os moradores tenham acesso democrático a ela. Desse jeito, Osasco repetirá história charge do Laerte, onde são paulo
se ligava ao rio de janeiro por meio de congestionamentos...
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