| 14/Dez/2009 | ||
| João Paulo propõe trocar madeira por coco de babaçu na produção de carvão |
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A Comissão de Finanças e Tributação aprovou nesta quinta-feira medida que proíbe a utilização de carvão produzido com madeira de extrativismo. De acordo com a proposta, o uso desse material deverá ser reduzido gradualmente até a extinção, 10 anos após a promulgação da lei. Foi aprovado o substitutivo da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável ao Projeto de Lei 3003/08, do deputado Fernando Gabeira (PV-RJ). O projeto original prevê a proibição do uso de carvão de extrativismo em oito anos. No texto aprovado, também foi permitida a fabricação de carvão com madeira retirada de área de manejo florestal, desde que realizado com Plano de Manejo Florestal Sustentável aprovado pelo órgão competente. O projeto original não prevê essa possibilidade. Pela proposta, quem transformar madeira de espécie nativa em carvão, em desacordo com as determinações legais, ficará sujeito à pena de detenção de seis meses a dois anos, e multa. Pela proposta de Gabeira, as sanções seriam reclusão de um a dois anos e multa para quem fizer carvão com madeira de extrativismo. Coco de babaçu Ainda conforme a proposta, o Executivo será proibido de conceder isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ao carvão vegetal produzido com matéria-prima oriunda de extrativismo. Por fim, o projeto determina que o desrespeito às normas seja enquadrado nas sanções previstas pela Lei 9.605/98, sem prejuízo de, "independentemente da existência de culpa, reparar os danos causados". Tramitação
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